Operação contra fraude em combustíveis cumpre mandados em Sorocaba e região

  • 28/05/2026
(Foto: Reprodução)
Operação Carbono Oculto: segunda fase mira novo esquema de lavagem de dinheiro do PCC O grupo de atuação e combate ao crime organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e a Receita Federal cumprem mandados em cinco estados nesta quinta-feira (28) em uma nova fase da Operação Carbono Oculto, que apura a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis. No interior de São Paulo, há equipes em Sorocaba (SP), Votorantim (SP), Itupeva (SP) e São José do Rio Preto (SP). Ao todo, a operação desta quinta-feira (27), batizada de Fluxo Oculto, mobiliza mais de 530 agentes públicos para cumprir 55 mandados de busca e apreensão. Além de São Paulo, as ações ocorrem nos estados do Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Os investigados poderão responder por crimes como lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Gaeco do Ministério Público de São Paulo e a Receita Federal estão realizando a Operação Fluxo Oculto, na manhã desta quinta-feira (28) Gaeco/Divulgação Esta fase da operação tem como foco revelar que, mesmo após a deflagração da Carbono Oculto, em agosto de 2025, a organização criminosa continuou agindo para lavar dinheiro, adulterar combustíveis e sonegar impostos. No interior paulista, a operação se concentra em quatro cidades. Veja os detalhes: Sorocaba: 3 mandados de busca e apreensão contra pessoas físicas; Votorantim: 1 mandado contra uma pessoa jurídica; Itupeva: 1 mandado contra uma pessoa jurídica; São José do Rio Preto: 10 mandados (6 para empresas e 4 para pessoas físicas). Operação Fluxo Oculto investiga crimes de adulteração de combustíveis, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro Gaeco/Divulgação Operação Fluxo Oculto A Operação Fluxo Oculto, deflagrada nesta quinta-feira (28), é a segunda fase de uma investigação que apura um esquema de adulteração de combustíveis, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, a organização criminosa utilizava "bancos paralelos" operados por fintechs para movimentar valores, que chegaram a R$ 26 bilhões em quatro anos. Operação Fluxo Oculto cumpre mandados em quatro estados, incluindo cidades do interior de SP Gaeco/Divulgação A operação é uma força-tarefa da Receita Federal com o Ministério Público de São Paulo (MPSP) e outros órgãos. Ao todo, estão sendo cumpridos 59 mandados de busca e apreensão em cinco estados. Veja as cidades: São Paulo: capital, Arujá, Atibaia, Barueri, Itupeva, Jardinópolis, Mogi das Cruzes, Paulínia, Rafard, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba e Votorantim; Paraná: Cascavel e Paranavaí; Mato Grosso do Sul: Iguatemi; Minas Gerais: Belo Horizonte; Rio de Janeiro: capital. Mais de 130 auditores da Receita Federal, além de dezenas de servidores de órgãos parceiros, participam da ação. O objetivo, segundo a polícia, é avançar na apreensão dos valores movimentados e desarticular o esquema de fraudes. Desenho da Operação Fluxo Oculto, realizada pelo Gaeco em quatro estados brasileiros Gaeco/Divulgação Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí Initial plugin text VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

FONTE: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2026/05/28/operacao-do-gaeco-e-da-receita-federal-na-regiao-de-sorocaba.ghtml


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