Jgadores, técnico, diretor e presidente de clube de futebol no ES são investigados por suspeita de fraude em apostas esportivas
31/08/2026
(Foto: Reprodução) Jogo de futebol
Alexander Fox/Pixabay/Divulgação
A Polícia Civil realizou uma operação contra suspeitos de fraude e manipulação de resultados relacionados a apostas esportivas após identificar indícios de irregularidades em uma partida válida pela Copa Espírito Santo de 2026.
Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão contra jogadores, técnico, diretor e presidente de um mesmo clube, além de um agente de jogadores.
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A ação foi realizada na última sexta-feira (28), na Serra, Grande Vitória, e em Igarassu, em Pernambuco, mas divulgada apenas nesta segunda (31).
A investigação começou após a identificação de uma possível manipulação do resultado de uma partida realizada no fim de maio da Copa Espírito Santo.
Durante as apurações, a polícia detectou um volume considerado excessivo e incomum de apostas relacionadas à marcação de pelo menos três gols no primeiro tempo do jogo. O resultado previsto nas apostas acabou ocorrendo durante a partida.
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O g1 apurou que a partida teria acontecido no dia 27 de maio, no Estádio Salvador Costa, quando a partida terminou o primeiro tempo com placar de 3x0.
As ordens judiciais foram cumpridas nos bairros Colina de Laranjeiras, Ourimar, Parque Residencial Laranjeiras e Barcelona, na Serra. Uma outra ordem foi cumprida em Igarassu, em Pernambuco.
Durante a operação, foram apreendidos computadores, celulares e documentos. Segundo a Polícia Civil, o material será analisado pelas equipes responsáveis pela investigação.
De acordo com o titular da Delegacia Especializada de Crimes de Defraudações e Falsificações (Defa), delegado Fabiano Alves, a análise dos materiais tem o objetivo de reunir novos elementos para esclarecer o caso e concluir as investigações.
Os nomes do clube e dos envolvidos não foram divulgados. Segundo a polícia, o caso continua sob investigação.
A operação foi realizada pela Polícia Civil do Espírito Santo, por meio da Delegacia Especializada de Crimes de Defraudações e Falsificações (Defa), com apoio de outras unidades do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e da Polícia Civil de Pernambuco.
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