Dólar inicia o dia de olho no Oriente Médio e em dados de emprego no Brasil

  • 28/05/2026
(Foto: Reprodução)
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (28) de olho no cenário interno e externo. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ No exterior, as tensões voltaram a aumentar após o Irã retaliar os Estados Unidos com um ataque a uma base aérea americana. A ofensiva ocorreu depois de militares americanos atingirem o que Washington descreveu como uma operação iraniana de drones próxima ao Estreito de Ormuz. Segundo a Guarda Revolucionária do Irã, a base atingida fica na periferia do aeroporto de Bandar Abbas e seria a mesma utilizada no ataque americano desta quarta-feira (27). ▶️ Ainda no cenário internacional, o governo dos EUA anunciou sanções contra a recém-criada Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico (PGSA). Segundo o Departamento do Tesouro americano, o órgão foi criado por Teerã para coordenar o tráfego e cobrar taxas de embarcações comerciais no corredor marítimo. Em meio ao aumento das tensões, o petróleo voltou a subir. Por volta das 8h30 (de Brasília), o Brent para julho avançava 2,8%, com o barril a US$ 96,93, enquanto o WTI, referência nos EUA, ganhava 3%, a US$ 91,34. ▶️ No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira uma PEC que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas em até 14 meses e permite o fim da escala 6x1. Apesar do avanço na Câmara, a proposta deve enfrentar resistência no Senado. ▶️ A agenda doméstica também traz os dados do mercado de trabalho, com a divulgação do Caged e da taxa de desemprego, ambos referentes ao mês de abril. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: +0,65%; Acumulado do mês: +2,20%; Acumulado do ano: -7,80%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: -0,26%; Acumulado do mês: -6,17%; Acumulado do ano: +9,08%. Alívio nas tensões entre EUA e Irã Os preços do petróleo voltaram a cair nesta quarta-feira, após o governo do Irã afirmar que considera improvável uma retomada do conflito com os EUA, apesar dos ataques recentes realizados por Washington. Ao mesmo tempo, a porta-voz da Casa Branca Olivia Wales, afirmou hoje mais cedo que as negociações o Irã "estão progredindo bem", acrescentando que o presidente Donald Trump "deixou suas linhas vermelhas claras". Trump, por sua vez, afirmou que o Irã está decidido a fechar um tratado com os EUA, mas reiterou que o acordo ainda não foi alcançado. A avaliação do mercado é de que a redução do risco de uma escalada militar no Oriente Médio ajuda a aliviar parte das preocupações com o abastecimento global de energia. 🔎 Perto das 17h15, o barril do Brent (referência internacional) tinha queda de 4,63%, cotado a US$ 94,97. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, caía 4,76% no mesmo horário, cotado a US$ 89,42. A declaração do Irã ocorre um dia após Teerã acusar os EUA de violarem o cessar-fogo que estava em vigor desde abril. Mesmo assim, autoridades iranianas sinalizaram que a chance de uma nova guerra é baixa neste momento. “A possibilidade de guerra é baixa devido à fraqueza do inimigo. As Forças Armadas estão em alerta”, afirmou Mohamad Akbarzadeh, vice-chefe político da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica. Nas últimas semanas, EUA e Irã vêm alternando ameaças e negociações diplomáticas, enquanto tentam avançar em um acordo mediado pelo Paquistão. Ao mesmo tempo, o mercado segue atento ao risco de novos impactos sobre a produção e o transporte de petróleo na região. O conflito no Oriente Médio começou no fim de fevereiro, após ataques americanos e israelenses contra o Irã, e acabou ampliando as tensões em diferentes partes da região, o que aumentou a volatilidade no mercado internacional de energia. Mercados globais Nos Estados Unidos, os índices de Wall Street avançaram na sessão. O Dow Jones avançou 0,36% e teve um novo recorde de fechamento, enquanto o S&P 500 subiu 0,02% e o Nasdaq, mais concentrado em empresas de tecnologia, teve ganhos de 0,07%. Na Europa, a maioria das bolsas fecharam em alta, com ganhos nos setores automotivo e químico compensando preocupações persistentes sobre o conflito no Oriente Médio. O índice pan-europeu STOXX 600 subiu 0,03%, aos 628,18 pontos. Entre os principais índices da região, o FTSE 100, do Reino Unido, subiu 0,13%, enquanto o CAC-40, da França, avançou 0,43% e o Ibex 35, da Espanha, teve alta de 0,49%. O DAX, da Alemanha, foi na contramão e caiu 0,03% na sessão. Já na Ásia, as bolsas fecharam em queda na maior parte dos mercados. Em Xangai, o índice SSEC caiu 1,25%, aos 4.093 pontos. O CSI300, que reúne as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, recuou 0,80%, aos 4.908 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,06%, aos 25.328 pontos. No Japão, o Nikkei encerrou o pregão praticamente estável, aos 64.999 pontos. Notas de dólar. Reuters

FONTE: https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/05/28/dolar-ibovespa.ghtml


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