Adolescente procura quartel do Exército e relata ter sido estuprada por 3 homens no AC
23/01/2026
(Foto: Reprodução) Adolescente buscou ajuda em quartel na noite dessa quinta-feira (22)
g1
Uma adolescente de 16 anos procurou um quartel do Exército Brasileiro de Cruzeiro do Sul, interior do Acre, na noite dessa quinta-feira (22) dizendo que foi abusada sexualmente por três homens. A jovem estava desorientada e com falas desconexas. Ninguém foi preso até a manhã desta sexta (23).
O Conselho Tutelar de Cruzeiro do Sul foi acionado para atender a vítima. O g1 tenta contato com a coordenação do órgão e com a Polícia Civil.
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À Rede Amazônica Acre, o tenente Bruno Fernandes disse que a Polícia Militar (PM-AC) foi chamada até o quartel por um oficial do Exército. Ao perguntar o que havia ocorrido, a adolescente contou que tinha sido estuprada no bairro Cohab, contudo, não relatou mais detalhes.
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"Ela apresentava um comportamento desconexo e certa desorientação. A guarnição conseguiu localizar os pais da menor e eles falaram que, infelizmente, não foi a primeira vez que aconteceu", disse.
A vítima foi levada para a maternidade de Cruzeiro do Sul para exames de corpo de delito. "Foi a delegacia para que fosse efetuado do registro e, consequentemente, a apuração", resumiu.
Matéria em atualização
A PM do Acre disponibiliza os seguintes números para denunciar casos de violência contra a mulher:
(68) 99609-3901
(68) 99611-3224
(68) 99610-4372
(68) 99614-2935
Veja outras formas de denunciar:
Polícia Militar - 190: quando a mulher está correndo risco imediato;
Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes;
Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres;
Qualquer delegacia de polícia;
Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel.
Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa;
Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia;
WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008;
Ministério Público;
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